Brasil tem o quarto pior índice de proficiência em inglês entre países da América Latina, aponta pesquisa

Brasil tem o quarto pior índice de proficiência em inglês entre países da América Latina, aponta pesquisa

O inglês é uma das línguas mais faladas no mundo, presente nos negócios, na ciência, na tecnologia, nos estudos e até no nosso dia a dia. Falar inglês é abrir portas e ampliar possibilidades. Mas, mesmo com toda essa relevância, o Brasil continua enfrentando dificuldades para avançar nesse cenário global.

Um novo relatório da EF (Education First) trouxe um dado preocupante: o Brasil ocupa agora a 81ª posição no ranking mundial de proficiência em inglês, caindo 11 posições em relação ao ano anterior. No recorte da América Latina, o país está entre os quatro piores colocados entre os 21 países analisados.

O dado levanta um alerta importante. Em um mundo cada vez mais conectado, saber inglês deixou de ser um diferencial para se tornar uma necessidade, seja para conquistar uma vaga de emprego, estudar fora ou acessar conteúdos indisponíveis em português. Além dos impactos profissionais, aprender uma nova língua também traz benefícios cognitivos e emocionais. O processo de estudar um idioma estimula a memória, melhora a concentração e fortalece a autoconfiança.

“Aprender inglês é mais do que adquirir uma habilidade profissional, é uma forma de ampliar a visão de mundo, fortalecer a autoconfiança e desenvolver habilidades. O idioma abre portas, conecta pessoas e dá acesso a oportunidades únicas”, afirma Augusto Jimenez, psicólogo e CMO da Minds Idiomas.

Em um mundo que se conecta cada vez mais, dominar o inglês vai muito além de ter um currículo mais forte. É fundamental que o Brasil encare essa necessidade, não só para melhorar sua competitividade, mas para capacitar as pessoas a explorar um mar de informações, culturas e oportunidades que o idioma nos oferece. 

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